Chevrolet Camaro SS Conversível.

Fizemos uma sessão de fotos com o Chevrolet Camaro SS Conversível em João Pessoa.

Mitsubishi 3000GT VR4.

Olha só este Mitsubishi 3000GT VR4 que fotografamos em João Pessoa.

Flagras do Mês de Agosto de 2019.

Veja tudo o que rolou no mês de agosto de 2019 em toda Paraíba !!

Encontro de Comemoração dos 8 anos do Exclusivos Jampa.

Confira o que rolou no nosso encontro de comemoração dos 8 anos do Exclusivos Jampa.

Flagras do Mês de Julho de 2019.

Veja os destaques dos flagras dos mês de julho no estado da Paraíba.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Chevrolet Camaro SS Conversível.


Andamos um pouco sumidos, mas estamos voltando aos poucos, e voltamos já com um belíssimo Muscle Car Conversível !! Chevrolet Camaro SS Conversível 2014, marcamos uma sessão de fotos com está máquina em João Pessoa, confira !







Independente daqueles que gostam (ou não gostam) do Camaro, fica o fato incontestável que estamos falando de um carro que nunca passa de forma indiferente. Aqueles que amam o carro, o defende com unhas e dentes. Existem ainda aqueles que veem o Camaro como um anti exemplo da sustentabilidade. Mas o fato principal é que mesmo depois de alguns anos no mercado, o Camaro continua com um desenho de carroceria instigante. E a versão conversível consegue ir ainda além, com o charme de uma capota que abre. Se o Camaro SS Cupê é um carro onde a motivação pela sua escolha baseava-se em algo 100% emocional, a opção conversível eleva essa escolha ao quadrado! Além de ser um veículo incrivelmente específico pela proposta, agora tornasse absolutamente “único”, no mercado brasileiro.










Sob o capô da versão sem teto não há surpresas. O motor é o mesmo do cupê, ou seja, garantia de diversão: o Small Block V8 6.2 litros de 406 cavalos e 56,7 kgfm de torque. A transmissão sequencial automática, que permite trocas manuais nas borboletas atrás do volante.








Com a capota de lona fechada, o visual do conversível é praticamente igual ao do modelo de teto rígido, exceto pela antena do tipo “tubarão” fixada sobre a tampa do porta-malas. Suas linhas, inclusive, remetem ao mítico Camaro conversível de primeira geração, lançado em 1969.

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A tarefa de fazer o esportivo se transformar em um charmoso conversível é fácil. Basta apertar um botão e aguardar 20 segundos para que os vidros desçam e a capota se dobre. A capota, aliás, é feita de lona, revestida com espuma acústica e possui vidro traseiro térmico. A GM faz questão de ressaltar que ela utiliza a mesma tecnologia de seu mais poderoso esportivo, o Corvette.




Para deixar o Camaro com o charme que só um sem-teto tem a GM teve que trabalhar em alterações estruturais do projeto para garantir que a versão conversível oferecesse o mesmo nível de segurança e rigidez da cupê. A fabricante tratou de reforçar diversos pontos da carroceria, incluindo as partes laterais, dianteira, traseira, estrutura do assoalho, fixação da transmissão, para-brisa e coluna central.





Como já era de se esperar, por dentro os acabamentos e equipamentos de série são os mesmos do cupê. Entre os destaques estão o Heads-Up Display (HUD), que projeta em uma tela acima do painel alguns dados do veículo, com a velocidade, navegação e mídia e o sistema multimídia MyLink, com conexão Bluetooth e reconhecimento de voz em português para ligações telefônicas e navegação. Entre os dispositivos eletrônicos de segurança, estão presentes o controle de tração e estabilidade.

Para William Bertagni, vice-presidente de engenharia da GM do Brasil, com essas alterações “o conversível ficou as mesmas características dinâmicas da versão cupê”. E isso a GM faz questão de provar com números. A aceleração até os 100 km/h é feita em 4,8 segundos e a velocidade máxima é de 250 km/h, ou seja, obteve os mesmos resultados do irmão de teto rígido, segundo a fabricante. E vale frisar que o conversível pesa 126 kg a mais. Em termos de desempenho, o conversível continua sendo um parque de diversões, já que utiliza o vigoroso motorzão de 406 cv, que empurra seus 19.16 kg com uma boa dose de disposição. Para se ter uma ideia, basta tocar o pé no acelerador, que os 100 km/h são alcançados com facilidade. Se estiver com a capota rebatida, a combinação vento o cabelo e ronco do motor formam uma dupla viciante. Não dá vontade de largar o volante.





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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Mitsubishi 3000GT VR4.


Fizemos umas fotos de um clássico que fez parte de uma era de ouro japonesa, o Mitsubishi 3000GT VR4. O carro estava a venda em uma loja de veículo em João Pessoa e a pedida era 85 Mil Reais. As fotos estão em qualidade baixa pois foram feitas com um celular.











No porta malas do carro há um sonzinho de qualidade Bravox, com um Subwoofer de 12 Polegadas, dois auto falantes 6x9, dois auto falantes de 8 Polegadas, e um módulo Boog DPS 4300 de 2.400 watts.




A marca japonesa dos três diamantes trabalhou fundo na criação desse esportivo e utilizou toda a tecnologia que existia na época para dar ao 3000 GT o ar de exclusividade que o carro merecia. O 3000GT era sem dúvida um belo carro, em que o desenho arredondado, “orgânico”, típico dos carros japoneses da época, conseguia ser esportivo sem exageros. A frente baixa adotava faróis retangulares escamoteáveis; a cabine era compacta e com amplos vidros; havia tomadas de ar à frente de cada uma das rodas; a traseira exibia um aerofólio destacado e sugeria a ligação de lado a lado pela faixa preta entre as lanternas. O amplo vidro subia com a tampa do porta-malas, ou seja, era um hatchback.

O carro, antes de mais nada, era dotado da mais alta tecnologia que a marca japonesa dispunha nos carros. Sob o capô, um V-6 de 3 litros, com dois comandos em cada cabeçote, 4 válvulas por cilindro e superalimentado a 0,68 bar com dois turbocompressores com intercoolers resfriando o ar da admissão.

O Coração da máquina é um 3.0 V6 DOCH 24V de 300 cavalos de potência, que faz o bólido acelerar de 0 á 100 Km/h em 6,7 segundos e atinge uma velocidade máxima de 215 Km/h


De uma maneira geral, o 3000 GT VR4 é um daqueles esportivos para quem gosta de carros. Anda bem, tem todo o charme que atrai aqueles que gostam de dirigir e é repleto de tecnologias que até hoje impressionam. Um carro que me deixou boas lembranças na época que eu o testei. Não tem o primor e a perfeição mecânica de um carro alemão











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